Nascido em Belo Horizonte, MG, mas adotado por São Paulo desde 2005.
Formado em Ciências Biológicas, com ênfase em Zoologia pela UFMG em 1998.
Sua
monografia foi sobre Morcegos como indicadores de degradação ambiental.
Ao final da graduação e início da carreira de biólogo trabalhou com a prefeitura de Belo Horizonte no projeto Morcegos de BH, do qual foi o coordenador, junto com Valéria Tavares, também especialista em morcegos, que continua na UFMG. Neste projeto além de atender às reclamações dos moradores, trabalharam com informação e a conscientização sobre morcegos, especialmente na região da Pampulha.
Trabalhou também com espeleologia com o Grupo Bambuí, em MG.
Logo após foi trabalhar na Secretaria de Saúde de MG, na coordenação de zoonoses, programa de raiva.
Em 1999 foi para os EUA, onde ficou até 2005, afastado do trabalho acadêmico e de pesquisa com morcegos.
Em 2005 veio para SP e entrou para o Museu de Zoologia da USP como pesquisador associado até entrar no doutorado em 2008.
Neste período trabalhou em algumas consultorias com mamíferos e morcegos, especialmente na Amazônia e cerrado, nos estados de Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Pará e Amapá.
Em 2007 começou um grande projeto de levantamento e monitoramento da fauna de morcegos da Floresta Nacional Tapirapé Aquiri, que faz parte do complexo de Carajás. Neste projeto, financiado pela Vale e que continua até hoje, já catalogaram 75 espécies de morcegos, o maior número de espécies registradas em uma única área na região Neotropical.
Sua tese, que entrega ano que vem, é sobre biogeografia de morcegos na América do Sul. Está estudando quais são os fatores que interferem na distribuição das mais de 250 espécies de morcegos no continente sul americano.
Além da tese vem trabalhando também com evolução, uso de abrigos e metodologia de trabalho com morcegos.
É membro fundador da SBEQ (http://www.sbeq.org), que congrega os especialistas em morcegos do Brasil.